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quarta-feira, 9 de maio de 2012

O amor e a loucura (Texto Disertativo).

LOL a seguir está um texto disertativo baseado no conto o amor e a loucura, trabalho o qual ganhei um 8.
O amor e a loucura
                O amor e a loucura, diga-se que a loucura acompanha o amor, como punição dada pelos Deuses.Tal punição dada pelo motivo de que a loucura, teria cegado o amor, após um desentedimento entre ambos.Por isso dizem que o amor é cego, e as vezes pode ser louco, mas porque um sentimento tão belo capaz de fazer coisas incriveis com as pessoas é louco?O fato do amor ser cego mal se é aceitado, entretanto tinha que ser acompanhado pela loucura?
                Aqueles que dizem que o amor não é acompanhado nem que seja de um mínimo de loucura estão errados, pois sim, ele é tal sentimento que o qual não existe logica eu penso que sim ele é.Pois se realmente não fosse como se explicaria o caso Eloá, uma garota que era amada pelo namorado, só que entretanto ao termino do namoro,ela é sequetrada, mantida em cárcere privado e depois morta pelo mesmo.Ai você pensa ele a amava mesmo?O que eu penso é que sim, ele a amava mas penso que isso foi só até determinado momento antes de eles separarem, foi foi ai durante a relação deles em que ele tinha se deixou ser consumido pela loucura, de tal modo em qual não provocando apenas ciúmes pois isso até no mais simples relacionamento se tem, mais sim se tornando obcecado pela garota.
                A sua obsessão de Lindemberg, o trouxe a realiza tudo aquilo o que ele queria, já que na minha opinião para ele ou se matava e acabava com seu sentimento ou Eloá voltava a se relacionar com ele como namorados, ou se ele não pudesse ter-la niguém mais a teria.Visto os acontecimentos ele escolheu pela ultima opção que eu citei.Mas seria todo amor louco, como o dele?Não para min não é, pois se o amor fosse louco não seria aquele sentimento tão belo que todos querem, apesar de as vezes se acompanhado de um pouco de loucura, eu não posso dizer que ele é louco, e sim que ele é cego já que ele não escolhe em quem ama ou quem será amado, ou seja ele simplesmente acontece de tal forma, a qual não se diga que os loucos são aqueles que amam e sim aqueles que "acham" que realmente possuem esse sentimento tão belo denominado de amor. 
                                                  FIM...

terça-feira, 27 de março de 2012

Resenha Iracema

   Iracema é um livro criado por José de Alencar, o livro é composto por todas características do romantismo brasileiro que são indianismo,exaltação a natureza,nacionalismo,e exaltação a mulher.Na "quase lenda" criada por Alencar(quase pois alguns personagens existirão) se é explicado poeticamente as origens e a criação do estado do Ceará.
   Iracema, a virgem dos lábios de mel tabajara consagrada a Tupã, apaixona-se por Martim, guerreiro branco inimigo dos tabajaras (abitava as florestas) e aliado dos pitiguara (morava no litoral cearense). Por esse amor Iracema abandona sua tribo para fugir junto do português, tornando-se esposa do inimigo de seu povo.
   Martim é ameaçado pelo enciumado chefe guerreiro Irapuã, que quer invadir a cabana de Araquém e matá-lo. Apesar da advertência de Araquém de que Tupã puniria quem machucasse seu hóspede, os guerreiros de Irapuã cercam a cabana, que é protegida por Caubi. 
    Iracema encontra Poti, que está próximo à aldeia dos tabajaras e deseja salvar o amigo. Planejam, então, a fuga de Martim. Durante a preparação dos guerreiros tabajaras para a guerra com os pitiguaras, Iracema lhes serve o vinho da jurema e, enquanto os guerreiros deliram, ela leva Martim e Poti para longe da aldeia. Quando já estão em terras pitiguaras, Iracema revela a Martim que ela agora é sua esposa e deve acompanhá-lo. Entretanto, os tabajaras descobrem que Iracema traíra “o segredo da jurema” e perseguem os fugitivos. Os pitiguaras, avisados da invasão dos tabajaras, juntam-se aos fugitivos e é travado um sangrento combate. Iracema luta ao lado de Martim contra a sua tribo.Os pitiguaras ganham a luta e Iracema se entristece pela morte dos seus irmãos tabajaras.
   Iracema acompanha Martim e Poti e passa a morar com eles no litoral. Durante algum tempo, eles são muito felizes, e a alegria se completa com a gravidez de Iracema. Porém, Martim acaba por “saturar-se de felicidade” e seu interesse pela esposa e pela vida ao seu lado começa a esfriar. Iracema se ressente da frieza do marido e sofre. Martim se ausenta com freqüência em caçadas e batalhas contra os inimigos dos pitiguaras. Enquanto guerreia, nasce seu filho, que Iracema chama de Moacir, que significa “nascido do meu sofrimento, da minha dor”. 
      Solitária e saudosa, Iracema tem dificuldade para amamentar o filho e quase não come. Desfalece de tristeza. Martim fica longe de Iracema durante oito luas (oito meses) e, quando volta, encontra Iracema à beira da morte. Ela entrega o filho a Martim, deita-se na rede e morre, consumida pela dor. Poti e Martim enterram-na ao pé do coqueiro, à beira do rio. Segundo Poti: “quando o vento do mar soprar nas folhas, Iracema pensará que é tua voz que fala entre seus cabelos.” 
    O lugar onde viveram e o rio em que nascera o coqueiro vieram a ser chamados, um dia, pelo nome de Ceará. 
    Martim partiu das praias do Ceará levando o filho. Alencar comenta: “O primeiro cearense, ainda no berço, emigrava da terra da pátria. Havia aí a predestinação de uma raça?” 
    O guerreiro branco volta alguns anos depois, acompanhado de outros brancos, inclusive um sacerdote “para plantar a cruz na terra selvagem”. Começa a colonização e a narrativa termina: “Tudo passa sobre a terra.”
   Como foi dito antes o livro é uma quase lenda pois os personagens que existirão foram Martim que teve participação na fundação do estado do Ceará e Poti cujo o nome traduzido é português, o romance tem um narrador na terceira pessoa.

Cândido Portinari


Cândido Portinari
O pintor Cândido Torquato Portinari nasceu na cidade de Brodósqui, no interior de São Paulo, no dia 29 de dezembro de 1903, numa fazenda de café. Seus pais, Giovan Battista Portinari e Domenica Torquato, eram imigrantes italianos de origem humilde e tiveram doze filhos, o segundo foi Cândido Portinari.
Aos quinze anos Portinari ingressou na Escola Nacional de Belas Artes, na cidade do Rio de Janeiro e, aos dezoito anos, vendeu seu primeiro quadro chamado Um Baile no Campo. No ano seguinte, em 1922, recebe seu primeiro prêmio: a medalha de bronze do Salão de Belas Artes. Depois de ter sido premiado várias vezes neste Salão, Portinari viajou, em 1929, para a Europa e fixa moradia em Paris, depois de percorrer Inglaterra, Itália e Espanha. O contato com a efervescência plástica da Europa nos anos 30 define o rumo que o pintor seguiria ao retornar ao Brasil. Quando chega, em 1931, já está casado com Maria Victoria Martinelli, mãe de seu único filho, João Cândido.No ano de 1933, Portinari pinta seu primeiro mural na casa de sua família. A partir de 1935, consegue ficar renomado pela elaboração de seus murais que exploravam a temática brasileira, incluindo a luta das classes trabalhadoras nas plantações, nas favelas e nas cidades.


Entre 1936 e 1939, Portinari foi professor da Universidade do Distrito Federal, no Rio de Janeiro, onde participou da reestruturação inovadora do programa de belas artes e experimentou a utilização de mosaico de vidro de grandes dimensões. Também desenhou murais para diversos edifícios no Brasil, trabalhando com Oscar Niemayer e Burle Marx, entre outros. Dentre os murais criados por Portinari fora do Brasil, podemos destacar o do Pavilhão Brasileiro para a Feira Internacional de Nova Iorque (1939) e para as Nações Unidas, em 1953.
No mesmo ano, Portinari seu quadro chamado Café recebe menção honorária na Exposição Internacional de Arte Moderna do Instituto Carnegie, em Nova Iorque, fato que o projeta internacionalmente. No ano de 1940, Cândido Portinari foi o primeiro artista sul-americano a ter uma exposição individual no Museu de Arte moderna de Nova Iorque, o nome da exposição era Portinari of Brazil.


Portinari recebeu, entre outros, prêmios na França em 1946 (Légion d’Honneur), o Guggenheim’s National Award (1956), em Nova Iorque e a medalha de Pintor do Ano, em 1955, pelo International Fine Art Council (Nova Iorque). Foi membro do Partido Comunista e ativista político. Portinari faleceu no Rio de Janeiro, no dia 6 de Fevereiro de 1962, em decorrência de intoxicação por chumbo.


Dentre suas pinturas podemos destacar: Tiradentes, Lavadeiras, Os Retirantes, Colhedores de Café, Cena Rural, O Sapateiro de Brodósqui, Mestiço, Criança Morta, Colhedores de Café, São Francisco de Assis, Futebol, Menino com Peão, A Primeira Missa no Brasil e Grupo de Meninas Brincando.
                                  
                                                      Fonte:http://www.infoescola.com/biografias/candido-portinari/